Notas Avulsas

quinta-feira, outubro 26, 2006








Pressa? Eu?

Começou ontem (quinta) em Torino o Salone del Gusto da Slow Food. Rola até o dia 30.

Ao longo dos últimos 20 anos, desde que fora ideada inicialmente ao longo de um prato feito simples na Chapada Diamantina em 1986 por Carlo Pietrini, e fundada oficialmente em Bra, no norte da Itália, a Slow Food representa tudo que há de bom e inteligente e abrangente nas nossas relações com o que comemos.

Como disse Pietrini anos atrás:

--Um gastrônomo sem consciência ecológica é burro; um ecologista sem gosto pela gastronomia é triste.

Taqui a Slow Food BR ou, para quem preferir, a Slow Food Internazionale.

Daniela Falcão captou bem a coisa, em seu artigo publicado na Folha de SP ainda anos atrás.

7 Comments:

  • Ola CJB.
    Ainda ao retrocesso.
    Mercadinho Azul e Chalet Suisso(antigo Le Cadeaux ou Le Bateau, tinha o melhor fondue do Rio).
    Esses dois ficavam em frente ao 32, e nao ao 44). O dono do Mercadinho Azul era pai da Joana, cantora, hoje falecido. Um senhor muito educado. Sempre gostei de morar em Copa, por encontrar pessoas inteligentes e sensiveis sem distincao de raca, credo, cultura e competencia.
    Nao distinguia ninguem, todos eram amigos e humildes, mesmo com as estrelas que so brilhavam na TV, sempre havia um bom papo no final da tarde.
    Um abraco.

    By Blogger andreaandrews, at 27/10/06 10:20  

  • "... um ecologista sem gosto pela gastronomia é triste" - além de triste, é um chato.

    Mas, indo ao que interessa, vou usar uma linguagem que aprendi na net: slow food é tudo de bom.

    (Não é tão detestável e nojenta como "beijo no coração", mas, sei lá, não gosto.)

    Acho que estamos, finalmente, partindo em busca do verdadeiro refinamento que é apreciar uma comida com calma, com prazer, sentindo o gosto do que comemos, independente da forma como seja apresentada e, mais ainda, do local e do preço cobrado por ela.

    Há dias em que saboreio, mesmo, um prato de feijão novo cozido no dia, arroz, pimenta cumari e farinha de mandioca.

    Deuses! Que comida maravilhosa! Ela se basta, acredite.

    E, Balla, acredite, quando estou no sítio e a comida servida tem muito do que é produzido lá, sinto-me com vontade de agradecer pela graça que é ter tudo aquilo. A natureza e o trabalho com ela conduzem a isto, inevitavelmente.

    Outro dia falei que queria tuas "estagiárias" emprestadas pra fazer uma reunião de pauta no Um Olhar Crônico. Bom, você não cedeu as estagiárias, mas esse teu post foi ótimo.

    Agora, com licença, eu vou à luta, tentar escrever algo sem citar um certo nome que me desgosta profundamente.

    :o)

    By Anonymous Anônimo, at 27/10/06 10:23  

  • Pois é, Emerson. Pra mim um prato de feijão temperado apenas com um naco de carne seca, polvilhado com meia colher de farinha de mandioca, já é promessa irrecusável de felicidade incondicional.

    By Blogger cjb, at 27/10/06 13:53  

  • Ola querido balla.
    abraço pra voce, gastronomia estuda o que?
    comida???
    beijos.

    By Blogger Iara Alencar, at 27/10/06 16:35  

  • isso mesmo, iara

    By Blogger cjb, at 28/10/06 11:11  

  • Eu prefiro comer.

    By Blogger Iara Alencar, at 28/10/06 14:13  

  • Balla hoje é niver de andreia.
    Que tal um prato pra ela?
    beijos.

    By Blogger Iara Alencar, at 31/10/06 14:35  

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